
Uma nova perspectiva sobre marcas corporativas
Este artigo cruza seis fontes que quase nunca aparecem na mesma mesa: um paper acadêmico dinamarquês sobre teoria de marca, uma pesquisa de campo sobre a Geração Z, um framework americano de significado de marca, dois anos de pesquisa sobre como marcas modernas realmente crescem, um ensaio simples e brutal sobre reputação, e uma entrevista do diretor de design da Nike / Jordan em um podcast de tecnologia. Antropologia, cultura e futurismo no mesmo argumento. A conclusão é desconfortável para qualquer empresa.








